Somos Todos Um é o Carvalho!

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Somos Todos Um é o Carvalho!

As contribuições dos chamados grandes sites esotéricos brasileiros ao contexto Vamp em todos os seus frontes são lastimáveis  –  supostamente deveriam oferecer um balizamento informativo sem julgamentos ou rotulações mesquinhas e discriminatórias. Deveriam também pesquisar e falar do que existe em toda sua extensão e isso demandaria novamente vencerem a preguiça e adotarem virtudes esotéricas. Mas a realidade dos conteúdos partilhados por tais meios é no mínimo lastimável. E é hora da REDE VAMP o maior e mais tradicional portal de conteúdo VAMP da América do Sul e Portugal oferecer sua crítica e contra ponto. Aliás, para quem não conhece nossa proposta, leia aqui.

Vamos clarificar uma coisinha básica sobre os chamados grandes sites “esotéricos” brasileiros e quando seus colunistas se metem a falar de “Vampiros”: Eles NÃO pesquisam coisa alguma e apenas repetem (propagando) preconceitos e uma evidente cultura de ódio a pessoas que apreciam liberdade de pensamento, gostos diferenciados e consumidores de uma produção cultural menos comum e até mesmo pouco usual da cultura de massa.

Os tais colunistas ou sites pautam seus discursos associando o VAMP as seguintes condições:

  • Pessoa com severos problemas e transtornos emocionais, sociopatas ou psicopatas; daquelas que sufocam a vitalidade, autenticidade e espontaneidade de terceiros para que se conformem ou se deformem para agradarem a eles. Aqueles livrecos picaretescos do começo do século XXI que catalogam diversos tipos destes padrões patológicos de comportamento e os homogenizam como “vampiros” são bons exemplos disso.
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  • Pessoas narcisistas perversas daquelas que simbolicamente decapitam as cabeças de   outros só para aparentarem ser melhores; aquela raça insuportável de gente que vive de culpar, macular, projetar e deixar em terceiros todas mazelas e incompletude que lhes pertencem e faze-los de seus bodes expiatórios para descontarem sua frustração em diversos graus, alguns até mesmos dignos de investigação criminal.
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  • O espírito obsessor herdado das décadas de 40 ou 50 do século XX geralmente catalogados e amplamente divulgados pelas publicações da FEB em território nacional.
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  • Os chamados encostos dos programa religiosos televisivos das madrugadas brasileiras e seus incontáveis casos de possessões e passivos de serem expulsos com ritos de exorcismo tão vulgares e questionáveis perante qualquer ortopraxia centenária e perene.
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Quais as fontes de pesquisa destas supostas autoridades formadas na arte de embrulhar, empacotar, copiar e colar do seu jeito o que lhes interessa para assegurarem seu lucro nas costas de clientes que se submetem a tudo isso? Diplomas de cursinhos de final de semana? A maior parte dos casos nem foram de alunos proeminentes e de bom desempenho neles (alguns envergonham seus mestres com suas condutas…).  A orelhada sobre um suposto caso que ouviu falar de uma suposta fonte respeitável que ilustra exatamente o que queria dizer ou do seu amigo ou da panela que faz parte.

Já vi casos destes aí  mais agressivos que esquecem da imagem pública de “galinha morta” iluminada que vendem e berram que a fonte deles é o inquestionável dicionário, como está lá é a verdade indiscutível e absoluta sobre tudo; ou ainda um trending topic no google(!)  E em outros posts choramingam sobre o injusto dicionário e os trending topics sobre sua profissão… são valentes na internet mas quando chamados para conversarem ao vivo se comportam como crianças birrentas, fazendo pirraça e dizendo que só fazem o bem e não foram entendidos. Excelente definição de bem essa que permite caluniar, difamar, distorcer e macular aquilo que não compreender… se enquadra em algo como cortar a cabeça de alguém para simplesmente aparentar ser mais alto.

Vamos deixar para outro dia enumerar como o conteúdo de um dicionário é planejado e margeado para expor e expressar o discurso datado e a moral de uma época ou regime especial. Ainda sobram alguns que tem os “m-e-n-t-o-o-o-o-r-e-s espirituais e suas revelações luminosas” que a considerar o lugar comum de suas falas, o deixar na mesma e o tom copioso de “busque sabedoriae amem a todos que forem iguais e do mesmo grupo que vocês pois os de outros são muito atrasados e sujos” quase sempre são apenas a extensão do superego do próprio “esquisotérico”. Meus leitores e leitoras mais hábeis já entenderam que critico o povo da picaretagem e jamais espiritualistas sérios.
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Será que não me surpreendo mais quando concluo que as postagens destes “portais esotéricos” simplesmente remetem ao imaginário cristão de dois ou três séculos atrás, forjado para assegurar a hegemonia e o poder secular das igrejas daquele tempo, vendendo a cura de um mal inventado por eles mesmos, a constar:

– O vampiro é um espectro que vem para drenar e sabotar a vitalidade de uma comunidade;

– O vampiro é um morto-vivo que vem para beber o sangue dos parentes e pessoas próximas;

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Claro que ambas as opções mascaram incontáveis tribos e ritos xamanicos pautados no processo extático e nos mitos da caçada selvagem e guildas de profissões marginais (parteiras, ferreiros, construtores e etcs) ao norte da Europa que foram homogeneizados pelos acadêmicos e eruditos cristãos como tipos de vampiros depois da renascença. Isso por si já renderia um outro “textão”.

O que temos senão um ato de reviver costumes estagnados e padrões de comportamento deveras patológicos e de histeria em massa? Úteis para quem pode vender a cura de um mal que não existe, apenas está lá para cumprir uma função social. Esta consiste em jogar e projetar nas costas de quem é diferente do bando ou rebanho numericamente superior – toda a culpa por infortúnios e insalubridades conhecido como mecânica do bode expiatório.

Bode expiatório! O que há de espiritualidade nisso? De esotérico? Da vivência de uma inspiração ou emanação transcendente ao domínio social humano? Da chamada “evolução”, “iluminação”, “aprimoramento do espírito” e outras doutrinas ou sendas presentes nas falas e visuais destes supostos profissionais do esoterismo, da cura e das terapias do bem comum? Há apenas o poder que otários e otárias entregam nas mãos deles e vassalagem social – a boa e velha política de aparências. Quem se submete a uma sensitiva televisiva que manda pessoas abandonarem gatos pretos? Quem se curva e passa a repetir compulsivamente o que uma terapeuta fala sobre pessoas que não se vestem como todas as outras e preferem um tom mais sombrio nas vestes? E o que dizer de pessoas que demandam privilégios mascarados como direitos? Podemos ampliar a tal lista de forma vasta; mas eu vou resumir tudo que falamos até agora em uma única sentença:

“Diga-me o que Tu pensa que é um Vampiro e lhe diremos quem tu És!!!!”

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Peguei pesado agora né? Existe muita informação e até formação (há pelo menos 14 anos) sobre o contexto VAMP aqui no Brasil, América do Sul e Portugal; no Japão e na África do Sul também há mais ou menos este período de tempo. Já nos Estados Unidos temos pelo menos 45 anos deste contexto, na Europa em países como Alemanha, Inglaterra e França mais ou menos o mesmo tempo e ainda há muito mais em outros lugares. Não preciso dizer que não faltam livros sérios ou desprezíveis sobre o tema em todos os países citados. Existe material de sobra e isso evidencia a incapacidade, o despreparo e padrões de comportamento e de conduta da parte dos supostos “pesquisadores “esquisotéricos” dos grandes portais que continuam escrevendo e projetando seus próprios recalques e delírios sobre o contexto Vamp ao invés de importarem um ou mais livros e escreverem algo mais fiável – ou na pior de todas as hipóteses consultarem o livro “Mistérios Vampyricos” que já vendeu mais de 10.000 cópias desde 2014 e apresenta didaticamente tal contexto de forma bem ampla – e pouparia os tais de incontáveis erros.

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E o que dizer do contexto VAMP brasileiro que há 15 anos tem até uma data oficial no calendário paulista de eventos e datas da cidade marcado pela campanha do DIA DOS VAMPIROS que reúne centenas de doadores de sangue para hospitais públicos e outras importantes causas como diversidade artística e campanhas contra o preconceito?

São mais de 300 pessoas por encontro no vão livre do MASP, só que para o “esquisotérico dos portais” assim como para o “jornalista portal de notícia” são apenas pessoas fantasiadas – ao longo dos últimos 15 anos temos ótimos relatos das brigas com chefes de redação para ampliarem e corrigirem suas publicações no R7, G1 e muitos outros. Para o evangélico radical quando o assunto somos “nós”, somos retratados como pessoas de sangue impuro e satânicas – tentam boicotarem campanhas assim. Para o  ” colunista esquisotérico de portal” é pior, pessoas como a gente, nossos costumes, nossas histórias e feitos NÃO existem. É uma longa e silenciosa vista grossa, similar a que fazem perante os massacres de indígenas no Brasil, “colunista esquisotérico de portal” veste cocar, bate tambor mas não ajuda um indio na rua a voltar para sua tribo ou encontrar os órgãos ou representantes públicos que auxiliariam sua causa.  E mesmo assim o “colunista esquisotérico de portal” até incorpora índio, cigano e o que quer que seja – só para mostrar sua alegada pluralidade espiritual – geralmente farsesca.

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E o que os tais poderiam dizer sobre ações menores como o nosso Encontro do Tarô dos Vampiros (existente desde 2011) que oferece palestras sobre o tema com grandes nomes do segmento (professores de cursos e donos de espaços que alguns frequentam) e arrecada ração de cão e gato para abrigos e ONGs que cuidam de animais abandonados no centro da cidade? E de outras diversas iniciativas de CIDADANIA que podem ser conhecidas bem aqui? Estranho os “colunistas esquisotéricos dos portais” e os seus “grandes portais do gênero” desconhecerem tudo isso… apenas sabem falar da ameaça que encenam sobre nós, se falam é mal e de forma distorcida privilegiando casos negativos e até de criminosos. Será que para eles só podemos existir como serial killers, narcisistas perversos, obsessores e afins? Assim como era o pensamento medievalesco e radical?

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Nunca vi nenhum os supostos “grandes portais esotéricos brasileiros” falarem sobre nossa história, ethos, ortopraxia e até mesmo de um código de ética e de bom senso as vezes chamado “The Black Veil” e as vezes sem qualquer outro nome que regulariza e afasta de nosso meio social pessoas com desvios de comportamentos e práticas que violam a liberdade de terceiros.

São mais de 900 artigos disponibilizados ao grande público e notamos que misteriosamente nunca são citados ou mencionados pelos ditos “esquisotéricos”” ou os “grandes portais” do gênero no Brasil. Estranhamente temos mais de 10 milhões de visitantes e uma alta taxa de visitação em nossas páginas e postagens, uma expressiva contribuição em trabalhos universitários sobre o contexto, um dos livros mais vendidos do gênero e afins para sermos considerados invisíveis ou não dignos de nota por tais “esquisotéricos dos grandes portais”! Mas na hora de venderem penduricalho de plástico com poderes especiais, os esquisotéricos não tem vergonha na cara…

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Desconfiamos que a razão de tudo isso é porque simplesmente é conveniente aos “grandes portais esotéricos” e seus “colunistas” nos ter como seus “monstros” e não como “pessoas” – por uma simples razão:

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Nós evidenciamos o que eles querem mascarar ou esconder; a simples existência de pessoas como a gente ilustram que a patologia, a alienação e outras parasitagens residem lá entre eles! E talvez de alguma maneira o que somos, o que curtimos e o que fazemos delineia amplamente a mentira que eles vendem. Inexiste uma cura para o que se é, inexiste qualquer coisa que possa lhe tornar aquilo que não carrega em si. As forças espirituais não estão nem aí para nossas culpas ou busca por redenções, apenas concedem em abundância o que cada um cultiva em si. Se o rebanho vir a reconhecer tal fundamento é o fim do esquisoterismo oferecido por esses charlatães.

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E infelizmente é isso, os tais não pesquisam e não pensam além de suas caixinhas e guetos culturais onde vivem.
Não querem fazer a diferença verdadeiramente querem apenas agradar quem dá dinheiro para eles e não deixarem secar tal fonte. Estacionaram a si e a quem busca por seu atendimento na apatia, conformismo e superficialidade. Poderia enumerar pelo menos outros 29 vícios que denotam um caráter bem falho mas não vem ao caso agora. Poderia enumerar ainda outras 15 evidências que entregam a falta de investidura espiritual mais comuns e necessárias nos graus mais basais para a realização deste tipo de trabalho que oferecem – mas evidenciarei apenas o básico – quem glamouriza a ignorância, cultua a patologia e hipervaloriza o sintoma é apenas um “parasita” (e já catalogamos bastante estes tipos aqui). E o que podemos dizer de quem vende e oferece aquilo que não dispõem?

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Qual a diferença entre os tais ““grandes portais esotéricos” do fatídico Malleus Malleficarum ou Martelo das Bruxas medievalesco e prosaico? Qual a diferença desses colunistas de grandes portais e ditosos pastores fanáticos? Ambos se fundamentam no social e isto lhes afasta comprovadamente do espiritual bastando acessar ou ler o conjunto de suas obras ao longo da última década. O ponto em comum de ambos é a sede pelo dinheiro de seus exorcizados ou terapeutizados; isso chamamos de parasitismo.

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