VAMPIRISMO ENERGÉTICO: TREINAMENTO EM DEFESA ASTRAL, PSIQUICA E EMOCIONAL

Configurando o Intelecto/Nous para eliminar seus parasitismos

Course Description


VAMPIRISMO ENERGÉTICO: TREINAMENTO EM DEFESA ASTRAL, PSIQUICA E ENERGÉTICA

VAMPIRISMO ENERGÉTICO: TREINAMENTO EM DEFESA ASTRAL, PSIQUICA E ENERGÉTICA! Neste breve e necessário treinamento educamos o imaginário dos participantes para assumirem o controle dos próprios traços pessoais negativos que os deixam vulneráveis a paranoia ou a tirania, pessoais ou vindo de terceiros e se colocarem a salvo e distantes daquilo que lhes parasita.

Para a Comunidade Vamp do Brasil, estabelecida desde 2003 o que a maior parte das pessoas nomeia como “vampirismo energético”, “vampirismo psiquico/ psyvamp” está errado – deveria ser chamado de “parasitismo ou ainda parasitagem”.

Na década atual passou a se usar o popularmente o termo “pessoas tóxicas”, “masculino tóxico” e mesmo “feminino tóxico” que acaba dando mais ou menos na mesma – parasitismo- e que as gerações mais antigas nomeavam como “chatos-de-galocha”, “mala-sem-alça” e aqueles tipos que deveriam ser deixados a parte e a gente se manter afastados para preservarmos nossa vitalidade, força de atração e criatividade ou imaginação. Algo uito mais simples e eficaz em divesas matizes e espectros.

O parasita é alguém que vive em ressentimento constante, para cobrar ou macular terceiros, a natureza, a familia ou a deidade para assim evitar lidar com sua própria vida, suas insuficiências diante da sensação de vazio ou do “abismo” e da angústia ou sensação de peito esmagado que é viver o mundo como ele é. Geralmente são de temperamento “passivo-agressivo” você fica com dó, pena ou ainda se encanta e leva para casa; aos poucos descobre que o tal só estava na pior porque já tinha feito a mesma coisa com incontáveis outras pessoas e você é a próxima da lista.
Suas posturas mais comuns oscilam entre manterem uma didática de “paranoia x tirania” ou ainda “viver pelo atendimento da expectativa social/lugar no bando” e “gratificação emocional a qualquer custo recebida de terceiros”.

O final da década de noventa foi o auge deste tipo de associação “vamps-pessoas tóxicas” totalmente confusa, descabida e despropositada em incontáveis livros. Até hoje existem “terapeutas”, “magistas”, “bruxos” e figuras risíveis que ainda usam tais livros como fonte e bibliografia (antes eles passavam vergonha com outras técnicas rasas e risíveis), chamando isso de “conhecimento”.  O que causa a todos Vamps gargalhadas e a percepção que os tais precisam alimentar essa distorção, criar pânico/histeria em torno da figura vampirica para venderem um placebo; uma falsa solução, pois o que representam com a imagem “vampiresca” é a própria condição humana e esta não tem cura. Apenas pessoas pouco aptas, fracas e mansas na sua maioria para realizarem sua “Verdadeira Vontade”.

Se você chegou aqui, já deve conhecer nosso Blog e o Site do Círculo Strigoi ou ainda nossos livros e publicações.

 

DIFERENCIANDO "VAMPS" DE "PARASITAS"

VIDEOS, TEXTOS E OUTROS CONTEÚDOS (CLIQUE NA AULA ESCOLHIDA)

Há uma variação de um princípio hermético que instrui algo indispensável: “Quanto mais você fala de algo, mais você energiza, potencializa e fortalece o lance”. Quando fazemos isso solitariamente ou apenas entre um bando de pessoas afins vem geralmente aquele papo de “egrégora” ou ainda de gente chata para “carvalho” que só fala da mesma coisa. Claro, que são duas coisas diferentes.  Mas o básico que distingue o joio do trigo ou o apto do inapto é bem simples e está enunciado no “Quanto mais você fala de algo, mais você energiza, potencializa e fortalece o lance”. Note que o “lance” é o foco deste artigo.

Qual o nome do “lance” ou deste jogo, ô Lord A?

Tenha calma jovem paddawan, vou contar isso adiante neste mesmo artigo; mas antes tenho uma cota de contagem de palavras a preencher aqui para o texto ser posicionado no google e ter uma serventia para o coletivo e não apenas para algo pessoal ou interno.

Mesma situação, agora outro caso. E quando uma quantidade imensa de gente que vive de nutrir, energizar e potencializar aquilo que repudia ou condena, repetindo continuamente o “lance”? Afirmam, potencializam, endeusam e reificam mais e mais o poder do “lance” – e se você entendeu isso, já sacou o nome do jogo, mas talvez ainda não o “lance”.  Nele que reside o ponto que faz toda a diferença na sua vida, relações e espiritualidade.

Mas Lord A é com esse “lance” que se cria ou se torna um deus vivo ou uma deusa viva?  Quantos mais seguidores ou detratores mais poder o tal ganha, é esse o “lance” ou o jogo que você está falando, né?

Em partes a regra desse jogo pode ser essa mesma. Não vou afirmar. Só que o “lance” é outra coisa. Olha, da minha parte penso que se este jogo fosse tão simples assim, já viveríamos utopias ou distopias dos melhores infernos ou paraísos artificiais e idílicos meus nobres leitores.

Ah mas o todo é mental, ou algo assim não é? Primeiro ganha-se as mentes das pessoas e depois a realidade ordinária? Este aí é o lance que você tá falando, eu tô ligado.

Vamos então ficar com essa máxima que o jogo é jogado dessa maneira. Só acreditar e fazer todo mundo acreditar junto que funciona, não é mesmo? Só torcer e viver como se fosse verdade. Só argumentar com excelente retórica e persuasão que é verdade porque você quer e assim o é. E o mais importante quem está no “jogo” joga contra todo mundo que está do lado oposto e também contra quem não joga o jogo. Assim fica bem fácil e rápido de entender.

Alguns bilhões de Sapiens já vivem este “lance” e tal “jogo” provavelmente sendo insuportavelmente felizes, plenos e impondo seu mundo melhor por saberem o que é melhor para todos; resistindo e lutando pelo que é absolutamente e incontestavelmente certo e a verdade! Sem espaço para o pecado da diversidade ou da complexidade que sempre pode ser estrangulada e sufocada pela fé cega da convicção absoluta!

Vamos assistir novamente o video anterior para refletir e em seguida prosseguimos como texto abaixo.

Aí que está o “lance” e o poder.

 

Para quem precisa de “poder” talvez seja isso mesmo. Só que Cosmovisão Vampyrica e mesmo a “Magia” é sobre força e esta vem da habilidade e da prática – não exatamente do “poder” que vem do “jogo” ou do “lance”.

 

Veio até aqui apenas para afirmar o que eu já sabia, então? É outro clickbait?

Não é um clickbait, mas é uma lição gratuita, mas se você for do tipo que precisou chegar aos 30 para confirmar o que já sabia aos 15 não é uma novidade. O nome do “lance” é dano cognitivo e se expressa mais ou menos como ilustrei nos parágrafos superiores. Os católicos nomeariam isso como “pecado” se este termo for usado fora da esfera religiosa. Os trágicos gregos e religiosos latinos chamariam de presunção ou ainda Hybriis e de se violar a própria justa medida.

Basicamente o “lance” é tudo que rouba e anestesia sua presença de espírito, vitalidade e força de atração e danifica a maneira como você enxerga as coisas da vida. É a fissura por onde se esvai tais substancias quando experimenta a contrariedade, o contraste ou a oposição e procura evadir dessa sensação ou sentimento com uma postura diametralmente oposta. Sempre que você coloca em terceiros o que é da sua alçada você está usando e sendo usado por este “lance”. Cada vez que você lida com o vazio ou ausência de sentido ou de uma representação ou ordem esperada da vida e isso expressa uma das suas muitas insuficiências – e você corre disso, anestesia a sensação com alguma cartilha, ladainha ou ainda exagera na dose de brutalidade e na atitude para não sentir e lidar com este vazio você está a mercê do “lance”. Angústia é um dos seus nomes, não tem defesa para ela apenas dar o seu melhor e manter confiança e a continuídade na trilha ou via.

Sempre que você corre ou tenta compensar a sensação de esmagamento no peito com ideologia, narrativa e dogma – tipo “sagrado isso”, “sagrado aquilo”, autossatisfação, fanatismo, atitude descompensada, “overthinking”, “jargonês militonto”, parada motivacional estimulante e qualquer bobagem de só existe o “bem” dentro de mim e isso é inteiramente centrado no meu “eu” e toda a minha convicção absoluta de saber o que é melhor para todos – temos o “lance” em ação. Nem mais e nem menos.

O lance é a casca, é a superficialidade, é o automatismo, a compulsão, a obsessão e o ressentimento – o ciclo vicioso – de quem é incapaz de lidar com o vazio que é a vida num sentido maior, o mundo não tem dono (ou dona) e vai para aonde quiser ir. Sempre foi. Nossos eventuais sofrimentos ou dores dizem respeito apenas a si e como tratamos quem está ao nosso redor e o custo disso para si, para quem convive e para o ambiente ao nosso redor. O vazio ilustra nossa insuficiência em diversas expressões, matizes, e espectros. Como repudiamos enxergar que somos insuficientes e dependemos de matéria e de terceiros, que pouco ou nenhum controle efetivo temos da realidade ao nosso redor – apelamos para qualquer anestésico que nos prive ou dilua esta sensação de vertigem ou que falta terra sobre nossos pés. Qualquer coisa que acelere, faça sentir algo diferente que exalte ou deprecie mas nos livre de sentirmos essa insuficiência diante do grande vazio. O nome deste lance acaba sendo “dano cognitivo” ou ainda “deficiência cognitiva”. Quer entender o que é “força” em alguém? Espreite e perceba como essa pessoa lida diante do vazio e suas insuficiências – a superação geralmente se mostra como uma “eudaimonia” satisfatória diferenciada de uma euforia frívola que apenas faz o pendulo oscilar entre depressão e exaltação, ira ou perder ainda mais o contato com sua idealização do mundo. Sim, o dano cognitivo leva a idealização da realidade, ao ressentimento por não ser correspondido nem pela natureza e menos ainda de receber dos outros como acha que merece. Bem, este é o nome do “lance”. Quanto mais dano cognitivo maior a fissura por onde se esvai o poder pessoal, a força de atração e uma postura mais centrada e capaz de dar conta da própria vida e de uma relação mais saudável entre pessoas afins, contrastantes e opositoras em diversas camadas.

 

Quem trilha a Cosmovisão Vampyrica com foco e de maneira diligente lida com sua própria fome de alma e sede de Espírito e assim evita o ressentimento e o parasitismo que vem dele. Reconhece o vazio e seu olhar mais claro e refulgente vem da compreensão que suas insuficiências bem como as expressões que vem dela requerem intimidade e enfrentamento para restringir até onde elas podem se prolongar na própria vida, na de outros e no ambiente. Vamps sabem inclusive usar seu tom “sablé”, sua melancolia para oracular ou enobrecer e fazer algo bom para si e para quem estiver ao redor. Pois Vamps saber que serenidade, entendimento e compreensão do vazio e da escuridão enfraquece qualquer “dano cognitivo”, reduz a corredeira cega das insuficiências, devolve a vitalidade e sua força de atração para compreenderem a “graça do dragão”, que é ver as coisas da vida se ordenando por afinidade, sem ânsia ou expectativa social.

Sendo assim, os Vamps levam evidente vantagem prática do que a maior parte do rebanho atrelado a esta abstração nomeada como “humanidade” e não vamos abrir mão desta benção e maldição. Não vamos abrir mão deste privilégio que reconhece claramente que “dano cognitivo” (independentemente do jargão) não é poder de nenhum tipo; espiritualidades para idiotas que entopem seus seguidores de besteiras para evadirem do vazio; que sempre postula em terceiros as insuficiências de cada um (para não perderem clientes) não tem chance – não tem força, não tem “egrégora” e por fim não tem coisa alguma. Vamps podem ser felizes porque sabem esquecer o “eu” e deixarem de cobrar o universo pelas suas carências e no entendimento da “sede de espírito e fome de alma” abraçam com intimidade suas insuficiências e como amantes decidem até onde cada uma delas podem ir na sua vida, na das pessoas ao redor e no ecossistema. Agora, espero que tenha sacado o “lance” e se foi apto ou apta o suficiente para isso que se comporte como tal na sua vida.

DEFESA ASTRAL, ENERGÉTICA E PSIQUICA: Este treinamento GRATUÍTO é originalmente baseado nas palestras de Lord A:. realizadas entre os anos de 2006-2008 (Espaço Sabedoria Mística/SP, Universidade Holística Casa de Bruxa/ABC) e focaliza a percepção de como o mais perigoso parasita de nossa vitalidade, imaginação (e esta é coisa séria) e ainda da força de atração jaz em si e não em terceiros de nenhum tipo. Estes geralmente se aproveitam reproduzindo posturas ou situações que infelizmente são emitidas e expressas pela própria pessoa no seu cotidiano. E certos parasitas se aproveitam disso fazendo a pessoa “crer” que deve se sujeitar aos seus mandos, sem enfrentamento ou resposta de nenhum tipo. Nós da Comunidade Vamp do Brasil e do Portal Rede Vamp dizemos que você deve enfrentar, resistir e que nada ou ninguém tem o direito de mandar na sua vida.

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