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Os clãs: Toreador

 

Talvez a arte seja a única coisa que realmente nos mantenha humanos ou humanizados e para os Toreador a arte é fundamental em qualquer forma que se apresente.

“Ela não é primorosa? É verdade, minha última descoberta… Eu sou sua musa, que gracinha. Imagine! E o que aconteceu com oh, Thomas? Eu não sei por que além do mais, ele teve o os seus “15 Minutos”, como se diz, mas não tinha como durar e as coisas foram se tornando tediosas, daí eu tive que dizer adieu. Suicídio? É mesmo? Tolinha… Devia ter me agradecido por não tê-lo Abraçado. Teria tornado tudo mais difícil…”

Os Degenerados (como são conhecidos na Camarilla) são o extremo oposto dos Nosferatu, são ligados a beleza em sua várias formas e a cultivam com fervor, conseguem deslizar pela sociedade mortal sem grandes problemas e na maioria das vezes se passando por pessoas populares ou dotados de um grande magnetismo social.

 

Seu gosto refinado com arte se traduz na sua fraqueza, consiste em sempre que o Toreador se deparar com qualquer coisa que lhe seja “bela”, seja estimulando seu olfato, visão, paladar, audição ou mesmo tato, o vampiro cairá em um estado de transe em que fica perdido na sensação até que algo ou alguém chame sua atenção ou mesmo que o vampiro sofra algum dano. Essa fraqueza acaba por fazer os Toreador mais sentimentais e protagonizando muitos romances com mortais e até mesmo abraçando por “amor”.

 

Suas disciplinas são Presença, Rapidez e Auspícius.

 

A Presença como já comentado é o magnetismo vampírico, o encanto sobrenatural que hipnotiza os mortais ou mesmo os faz tremer de medo só com um olhar. Os Degenerados utilizam com frequência para serem o centro das atenções em seus círculos sociais, talvez do uso constante desta disciplina que vem a fama de “belos” que o clã possui.

 

A Rapidez é a velocidade sobrenatural que os vampiros podem exercer. Para os Toreador é algo muito interessante, pois os permite criar uma escultura em poucos minutos, realizar um solo fantástico ou mesmo desferir inúmeros golpes precisos em  poucos instantes.

 

O Auspícius é uma disciplina muito interessante. Ela está ligada aos sentidos do vampiro, permite que o usuário expanda sua percepção a níveis inimagináveis. O vampiro pode ser capaz de enxergar a aura de outros seres, sejam humanos ou não, o que por consequência lhes permite determinar se é outro vampiro, uma aparição (fantasma), mortal, o que está sentindo (tristeza, raiva, medo, etc) e outros fatores mais intrínsecos. Em níveis mais altos este poder permite ler as impressões deixadas em objetos pessoais entre outras coisas mais obscuras.

 

Não se engane achando que o clã é só um bando de vampiros afrescalhados, dentre eles há as mentes mais brilhantes da humanidade, são versáteis e capazes de acabar com seus inimigos de várias maneiras, seja espalhando boatos destruidores de reputação ou mesmo em um embate físico, de uma forma ou de outra os Toreador não devem ser subestimados nunca.

Justamente devido essa natureza mais erudita do clã os escolhidos para o abraço são, na maioria dos casos, artistas e pensadores, mas nada impede que ocorra um abraço por motivos passionais como mencionado anteriormente. Existe uma certa simbologia no abraço Toreador, não um misticismo, mas simbologia. Não é um procedimento padrão e estático e sim mais uma obra de arte, um adeus à antiga vida e um despertar para uma nova onde tudo é muito mais contrastante e ainda que venha pela morte tudo parece mais vivo e nítido.

 

Gostou dos Toreador? O clã da rosa é fascinante. No próximo artigo abordarei os misteriosos Tremere.

Boa noite Neófito.

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