Escape Hotel – Drácula me matou

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Escape Hotel – Drácula me matou

Na última sexta-feira (19/05) tive o prazer de participar junto com a galera aqui da RedeVamp de um escape game na sala do Drácula no Escape Hotel. Eu nunca tinha participado e confesso que fiquei super empolgado com a ideia, desde já deixo meu agradecimento para o pessoal do Escape Hotel que nos recebeu super bem e ao Lorde A. pelo convite! Inclusive não deixem de ler nosso post sobre o World Dracula Day celebrado lá!

Já logo na recepção podemos notar que o Escape Hotel é um tanto diferente de outras lojas de escape games, pois desde o balcão de atendimento até os corredores das salas a ambientação de hotel não para, de fato é como se cada quarto daquele hotel fosse um mundo mágico diferente. Os corredores para as salas dos jogos tem portas de quartos com numeração toda caprichada. A recepção tem aqueles painéis com chaves dos quartos (que no caso é do guarda volumes), relógios com o fuso horário de outras capitais, carrinhos com malas, etc.

Por motivos óbvios não darei spoilers de como é a sala do Drácula, mas já antecipo que a decoração é fantástica!

O que é um escape game? Bem, é um estilo de jogo onde você e alguns amigos entram em uma sala com um tema e uma história “X” e devem juntos resolver alguns enigmas e puzzles para conseguir sair dela em no máximo 60 minutos.

Lá no Escape Hotel tive o prazer de conversar com o Patrick, um dos Game Masters (GM’s). Ele está com o pessoal do Escape Hotel há um ano e começou como ator.

 

Dylan – Como funcionam os jogos? Quais os tipos de puzzles?

Patrick – São jogos de lógica, principalmente associação

 

Dylan – Percebi que de fato não existem pistas que envolvam grandes fórmulas matemáticas, nem é preciso conhecer previamente a história do livro “Drácula”.

Patrick – Sim, a ideia é divertir então não são feitos quebra-cabeças cansativos, o foco é mais na ambientação. Todas as respostas estão na própria sala

 

Dylan – Quem cria a temática das salas? Como é esse processo?

Patrick – Geralmente quem tem a ideia é a própria Vanessa (uma das proprietárias), ela tem a ideia e com a ajuda de um roteirista (que é da TV Cultura) é feita a história base da sala e os quebra cabeças, mas tem também todo uma parte de robótica que precisa ser implementada em alguns quebra-cabeças

 

Dylan – Quando surgiu essa onda dos escape games?

Patrick – Na verdade eles são baseados em jogos virtuais japoneses

Dylan – Tipo Sub-machine, que rodava em flashplayer?

Patrick – Não conheço esse, mas creio que sim. Muitos desses jogos de fuga são japoneses e começaram a ser explorados como uma experiência real.

 

Dylan – E o que vem por aí?

Patrick – Para esse ano creio que não teremos nenhuma sala nova já que a própria sala do Drácula foi lançada esse ano e geralmente mudamos uma ou duas salas por ano, mas pro ano que vem com certeza tem coisa nova, mas só a Vanessa sabe!

 

Atualmente o Escape Hotel está com as salas do Drácula, da Loira do banheiro, O templo maia, Uma cena de crime e a sala da máfia.

O preço para participar de qualquer jogo é R$79,00 lembrando que leitor aqui da RedeVamp tem 10% de desconto.

 

É um programa bem família, tranquilo e divertido. Rende alguns sustos mas nada terrível, excita a mente e diverte. Vale lembrar que não é um jogo que exige força, você não precisa mover nenhum móvel ou levantar nada, mesmo os cadeados abrem facilmente (desde que você não faça que nem eu e coloque a sequência correta do lado errado).

 

O Patrick também comentou comigo que cada jogo tem uma toada única, pois existe uma certa interação entre o GM e os participantes, alguns ficam presos em uma determinada pista e o GM solta uma ou outra dica, mas até nisso é preciso ter muito cuidado pra não dar a pista cedo demais e desmotivar os participantes e nem tarde demais a ponto deles torrarem tempo demais em uma única pista.

 

DICAS:

Ha! Você achava que eu não ia falar nada da sala? De fato, não posso dar detalhes dela, mas posso te dar dicas que valem para qualquer escape game.

I – Olhe debaixo das mesas. Pode ter uma inscrição, um papel, qualquer coisa…

II – Ache a lanterna o mais rápido possível. Essas salas são geralmente escuras e é imprescindível o uso da lanterna, muitas vezes vai ficar rolando um rodízio da lanterna, mas faz parte do trabalho em equipe

III – Cuidado com a paranóia. Sim, atenção é fundamental para encontrar pistas, mas muitas vezes você pode cismar com um determinado elemento e ele não vai servir agora e talvez nem sirva depois, descarte a ideia a vá adiante, afinal você tem menos tempo agora.

IV – Cordas, correntes, quadros, estatuetas, qualquer coisa no cenário pode ter utilidade, examine, se não serve agora pode servir depois.

 

Os desafios vão ficando cada vez mais difíceis, mas essa é toda a graça.

Vale muito a pena participar de um escape game principalmente pra sentir na pele o quão importante é pra qualquer narrativa a imersão e ter ideia de puzzles para os amiguinhos na mesa.    

 

   Até a próxima e bons sonhos

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