11 Anos do Ankh do Luar Negro

Foto de Anayal Sahjaza – Estados Unidos

A entrada do sol no signo de leão, o despontar da estrela Regulus, marcou um momento muito especial para todos nós do Círculo Strigoi, agora o Ankh do Luar Negro foi nomeado e sancionado como o Ankh oficial da Dinastia Sahjaza por sua grande matriarca e fundadora Goddess Rosemary nos Estados Unidos. Se por mais de uma década ele simboliza o trabalho que desenvolvemos na América do Sul, agora ele comprova sua natureza transregional e que fronteiras são uma ilusão e eterno ciclo vicioso de primatas belicosos e territorialistas.

Quando acontece a nomeação de uma arte tão cara a todos nós transcendendo os limiares do nosso país só podemos comemorar uma história de realizações grandiosas partilhada por todos nós que carregamos tal símbolo – somos partes indeléveis de algo muito muito mais amplo.

Toda arte é um pouco de quem a aprecia e um pouco também do seu criador. Sonhos, inspirações e a arte comprovadamente vencem o tempo – assim como o vampiro que apreciamos.

Enquanto Vampyro, artista e a outra metade responsável pela criação do The DarkMoon Ankh, acredito que minhas ideias e inspirações importem e merecem um espacinho no coração de quem aprecia esta linda criação minha e do mestre alquimista aqui da América do Sul. Você gosta do Ankh? Tem sua vivência com ele e uma história que é apenas sua. Há sociedades grupos que se formam e se desenvolvem ao seu redor dos mais variados tipos e isso é fantástico. Nunca irei tomar isso de ninguém. Mas gostaria de ver nossa criação e seu contexto e o que ilustra ser lembrado e mencionado quando for o assunto de um debate.

Mas de verdade quero contar hoje um pouquinho da minha visão.

O símbolo do vampiro é apresentado na maior parte do tempo como um verdadeiro paradoxo, uma deidade menor nem viva e tampouco morta em busca de vitalidade para continuar através da eternidade. O que não é a arte e o trabalho inspirado de um artista destruindo para dar origem ao novo? Da fogueira consumindo a lenha? Granizo ou chamas trazidas por uma tempestade. A contemplação da arte intoxica e expele o tempo oferecendo a alguém uma noção das musas e do sublime que levou alguém a criar algo mesmo séculos e séculos depois. Influenciando, importando e desviando de certezas, idealizações e dogmas. Nem vivo tampouco morto e tomando um pouco de seu tempo e vitalidade. Um arrebatamento pagão eu diria.

Ankh do Luar Negro um artefato indispensável para todo peregrino da Cosmovisão Vampyrica

Os Gregos, os egípcios e os herméticos (bem como muitos outros povos) falavam sobre a separação do céu e da terra realizada pelo tempo, um eixo vertical e hierárquico cruzado por um eixo horizontal, espelhado e de ressonâncias que se anulavam mutualmente. Acima deles haveria a totalidade para os mais hábeis em lidarem com a vida e a transformarem em algo que lhes concedesse imortalidade através do legado que deixassem. Poderia ser uma letra “Tau” com uma serpente enroscada, poderia ser um Oroborus alquímico e até um símbolo astrológico invertido de Vênus como o da medievalesca Ordem do Dragão de Sigismund, Barbara Von Celj, do mago que compilou e utilizou o grimórium de Abramelin ou ainda do Voivoda Vlad II da Casa Bessarabi. Um círculo divididos em 4 setores que podem ser estendidos até 16 sudivisórias e falarem verdadeiramente muito sobre a totalidade da psiquê humana. Mas respeitando uma tradição que vem desde os anos noventa nos Estados Unidos e simbolismos menos convencionais do ocultismo escolhemos que fosse um Ankh mesmo. Desta tradição e outros simbolismos falarei em outro vindouro artigo. Se gostou do que leu até aqui…

Ao invés de um círculo no topo da cruz ou do ponto de encontro do eixo vertical e horizontal preferi um arco ogival, marcando uma passagem para o “Outro Lado” – que sempre será de natureza esotérica e de quem vive sob o luar. Para o que vem de lá como sonho se cristalizar em “Sangue” e realidade aqui; e o que encontrarmos disso se transmutar em algo mais sutil e volátil podendo retornar. Nos tornando mais íntegros e transparentes diante do que carregamos. É ogival pois isso remete a algo muito sacro e caro para mim a beleza, o áltero e a diversidade das fractais que formam e espelham o todo, da assimetria imprevisível da floresta e do esplendor das ruinas de outros tempos tomadas pela natureza – contrastando o geométrico, idealizado e linear de quem vive sob a lei solar. Representando a vitória da natureza sobre toda e qualquer ideologia e dogma. A própria árvore da vida da Kabbalah Hermética pode ser resumida no símbolo de Vênus ou de um Ankh. Outro dia falarei dos outros símbolos e do nosso desenho singular.

Todavia os regentes deste portal somos cada um de nós e nossa compreensão para determinarmos sobre o que nos determina com maior presença e nobreza de espírito. É pontiagudo como uma espada para cravar, marcar e estabelecer raízes e se ramificar como toda arte venusiana e vosso consorte marciano sempre almejam – mas além todo pânico e medo trazido pelo novo, inevitavelmente grotesco ao primeiro olhar – vem a harmonia! Eu acrescento que também vem a Vitória tal como uma “Imperatrix”!

Eu caminho nisto que lhes digo. Sempre em insurreições!Jamais revoluções de nenhum tipo estas apenas servem para trocar a posse das chaves do arsenal, da prisão e do manicômio das gangue de primatas que precisam disputar território e provarem sua belicosidade – tal como Hamsters na roda de Samsara. Prefiro as passagens e portas que oferecem acesso ao desconhecido e o que encontro destas caçadas. E vou adorar conhecer suas visões e suas ideias. Se você quiser adquirir o seu e fazer parte de nossa história, clique aqui!

São 11 anos desta incrível criação da gente e estou muito feliz com o reconhecimento obtido de cada um de vocês que adquiriram este lindo pingente e assim nos auxiliam a desenvolver todo nosso trabalho por mais de uma década na REDE VAMP.

THE DARK MOON ANKH

Ankh do Luar Negro um artefato indispensável para todo peregrino da Cosmovisão Vampyrica

Long ago the tradition of vampires associated with the Ankh of the Egyptians took a breath with the movie “The Hunger” still in the 80’s where David Bowie and Cahterine DeNevue stalked their prey. The Ankh symbolizes control and personal royalty as well as the Great Going and the entirety of the world tree represented by Venus for the  hermetics.

According to several books and diverse sources in the 1990s there was a very special Vamp called Lord D’Drenam of New York who formalized the Ankhs style sworded and pointy and its aesthetic influenced countless goldsmiths (GoldSmithers) around the world.

In the year 2006 such inspiration touched our imagination and so Lord A :. And his partner Master Alchemist for 3 days and nights channeled and created the design of our Dark Moon Ankh. In this year of 2016 when we celebrate its tenth anniversary of creation our DarkMoon Ankh becomes the official Sahjaza Ankh, this declarations cames from Goddess Rosemary, Matriarch and Founder of this most of 40 years dinasty, We proudly follow honoring a long tradition of many  many wonderful artifacts, pieces and pingents.

THE DARKMOON ANKH
(SILVERBATHED USD$84 include postage)


In the line of many wonderful pieces the newest Official Sahjaza Ankh offering is the “Black Moon Ankh” from Brazil created by Prince Lord A:. and the Master Alchemist since at 2006. Our ankhs are forged individually as a handcrafted work with silver ritualistically enshrined for more than a decade. It takes on average between 20 to 30 days to reach your hands after ordering via Paypal. This value is based on shipping to the United States. If you live in other countries please contact us by email [email protected]




THE DARKMOON ANKH
(FULL SILVER WITH AMETHYST STONE USD$164 include postage)

In the line of many wonderful pieces the newest Official Sahjaza Ankh offering is the “Black Moon Ankh” from Brazil created by Prince Lord A:. and the Master Alchemist since at 2006. On the version full silver its carved with a beauty amethyst stone on his center.Our ankhs are forged individually as a handcrafted work with silver ritualistically enshrined for more than a decade. It takes on average between 20 to 30 days to reach your hands after ordering via Paypal. This value is based on shipping to the United States. If you live in other countries please contact us by email [email protected]




 

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Retrato falado: Dracula do livro de Bram Stoker

Como vocês sabem o ano de 2017 marcou os 120 anos do célebre romance Drácula do autor irlandês Bram Stoker. Apesar das festividades não terem sido tão grandiosas ao redor do mundo o aparente “hype” inspirou e influenciou diversos artistas em diversos países. Aqui no Brasil, mais especificamente São Paulo celebramos o World Dracula Day no belo evento realizado pela ESCAPE HOTEL. Inclusive o Escape Hotel tem uma sala temática do Drácula e nós da Rede Vamp jogamos e nosso colunista Dylan Pegoretti, registrou uma crônica sobre este jogo de fuga.

Sabemos que existem 3 versões formais de Drácula: da Cultura Pop (do cinema, teatro, games e etcs) da história (o tal do Voivoda Romeno Vlad Tepes) e o personagem icônico criado por Bram Stoker. Que no geral, é bem diferente dos outros dois modelos e suas variações artísticas. Até porque ele tinha bigode, era mais velho e definitivamente não parecia um home fatal byroniano. Inclusive o historiador Arturo Branco fala um pouco sobre isso neste podcast do Vox Vampyrica. Embalado nestes espírito o cineasta Brian J.Davis, do tumblr e pocast “TheComposites”, especializado no uso de softwares para geração de retratos falados seguindo especificações textuais  desenhou e renderizou como seria um retrato fiel do Drácula segundo as especificações do texto de Stoker. Compartilhamos a imagem a seguir:

A esquerda o retrato falado de Brian, fiel ao texto de Stoker e a direita o ator brasileiro Rubens De Falco que no final dos anos 70 interpretou o célebre conde Drácula em novela da Rede Tupí e da Tv Bandeirantes

Ao contemplar a arte do norte-americano ficou impossível não recordar do ator brasileiro Rubens De Falco que interpretou Drácula em uma novela homônima da rede Tupi e posteriormente na Rede Bandeirantes quando a trama foi rebatizada como “Um Homem muito especial”. Duvidamos que o cineasta norte-americano responsável pelo retrato soubesse disso. Mas não deixa de ser divertido pensar como de repente os brasileiros tiveram (ao menos na aparência) um dos Dráculas mais fidelígnos ao texto de Stoker da história. Para uma visão mais ampla do personagem e sua mítica, leiam este artigo.


Segundo Rubens Luchetti, o grande mestre do terror e do fantástico Brasileiro:  

A primeira vez que li o romance Drácula foi por volta de 1944, quando a revista Detetive, da Empresa Gráfica “O Cruzeiro”, o publicou em capítulos. Mas não o li inteiro, porque, na época, não tinha todos os números em que ele tinha sido publicado. Ainda nos anos 1940, a mesma Empresa Gráfica “O Cruzeiro” o lançou em livro, numa tradução do Lúcio Cardoso. Infelizmente, nunca tive em mãos nem li essa edição. Foi somente em 1961, que pude ler Drácula na íntegra, quando o romance foi publicado, com o título de O Vampiro da Noite, pela Editora Vecchi. Desde então, considero Drácula um dos cem maiores romances já escritos.

Conheça um pouco mais da obra de Rubens neste artigo  e não deixe de ler sua nova obra “A Filha de Drácula” que resenhamos aqui na REDE VAMP


MUITO MAIS SOBRE DRÁCULA

Sobre Arquitetura Gótica

O que gostamos é sublime, ainda assim tem garras, morde e estarrece ao primeiro olhar…

“Enquanto o classicismo e os ideais da luz são orientados para as regras, a ordem e o coletivo, a tradição gótica se preocupa com o único: gênio, desvio e originalidade. Uma vez que o lado negro enfatiza o único, seus praticantes sempre correram o risco de perseguição, como ocorreu durante as várias histerias de caça as bruxas ao longo dos séculos.” Dr. Thomas Karlsson

Esta “post” surgiu de algumas observações bastante singulares daquilo que se fala nas redes sociais de alguns eventos que vemos por aí na capital paulista que usam o “gótico” como um adjetivo para oferecerem algo completamente avesso ao mesmo.

Calma! Não é um post chato sobre se a banda ou o músico tal é gótico mesmo – e nem daqueles sobre besteiras identitárias (sem qualquer funcionalidade)que há 9 anos só levaram o contexto gótico brasileiro a elegerem culpados e bodes expiatórios; diferentemente de seus primos chilenos e argentinos ou ainda dos europeus que ao invés disso organizam grandes festivais para celebrarem a tudo isso.

Mas vamos falar de um padrão de comportamento onde se estabelece um recorte do contexto, interpretado por um viés antagônico, onde se afirma um recorte como a totalidade daquele meio e para sua manutenção se investe em didáticas de projeção de culpa e pequenas violências como calúnia, difamação e afins as pessoas do próprio contexto que não compartilham daquele segmento ou recorte. Em relação a isso já escrevi anteriormente que:

“No Brasil aparentemente há uma evidente e tocante politização e doutrinamento desnecessário no que diz respeito ao gótico em diversos sentidos. A cada ano que passa mais e mais se remove seu tom adjetivo, simbólico e conotativo em nome de algumas regras e modelos antagônicos a sua natureza vindos do MHD (Materialismo Histórico Dialético) e de patifarias populistas da chamada Escola de Frankfurt (tão ou mais insanas quanto a cientologia) da chamada esquerda festiva nacional. Ao invés do mistério, esplendor, estética de desvio e genialidade artística (comprovada nas bandas, nas artes e nas letras) preferem afirmar como identidade  algo meio birrento, superficial e cheio de dissabor, melindre e rancor – sai a arte e fica a transitória popularidade a qualquer custo. Territorialidade e belicosidade repleta de “petardos” que só evidenciam o despreparo e oportunismo. Um evidente esvaziamento de sentido do gótico para se relocar e ocupar com atributos dispensáveis e sem qualquer relação ao seu contexto.” Lord A:., Autor Internacional, Conferencista, Dj e produtor de eventos.

O tal do Gótico não foi inventado ou criado aqui no Brasil (é algo transregional e atemporal) mas aparentemente tem proprietários e donos demais, agindo como bedéis escolares ou colegiais melindrados que só falam com uns desde que estes não falem com aqueles outros, pois não são “verdadeiros” no final das contas.

Felizmente sabemos que tais excessos  são um padrão de comportamento que pertence só a alguns “comerciantes” e “prestadores de serviço” para garantirem o seu . A maior parte do público e da audiência não dá a mínima para nada disso – existindo muitas cenas e contextos sem nenhuma uniformidade, homogenidade ou generalização que passam distantes do stalinismo cultural que tentam imporem por aqui. Já tentaram manifesto, cartilha, justificarem a “verdade” com tempo de cena e outras tantas. O que frustra bastante os tais bedéis em questão e suas doutrinas que pouco ou nada tem a verem com a expressão observada na estética, nas letras de músicas, nas posturas e produção cultural apreciada por todos que curtem o amplo contexto gótico.

Existem dois temas que são alvo de confrontos épicos quando o assunto é o “gótico”: A “Arquitetura” e o que chamaremos de “Fashionismo”.  

A maior parte do barulho e do ruído em torno de ambos os temas orbitam em torno do “ver quem manda e de quem é o maior” no seu grupinho. Arquitetura e Fashionismo transcendem o manifesto e o alcance dos “mandões” de tais grupinhos. Eles dizem Tal arquitetura não é gótica porque sabemos da “verdade” e mesmo que algo vago como uma “cultura dominante” nomeie de gótico, nós sabemos que não é porque somos mais “puros” e temos a “verdade” é o que dizem. Um tal de apóstolo Paulo fez algo muito parecido com seu evangelho repleto de dissabor há muito tempo atrás.  Toda a  arbitrariedade, a ideologia, o dogma e a intolerância dos bedéis e donos da verdade ilustram a própria impotência deles e dos recortes que fazem e tentam impor a uma pequena roda de amigos como “verdade absoluta da verdadeira…verdadeira cena mesmo!” Entendeu como opera tal padrão?

Tudo isso não passa de belicosidade para manter uma territorialidade, primatas e seus “flatulentos petardos” se importando em mostrar quem manda mais apelando para a transitória e líquida “popularidade” e o tal do “manter as aparências”. Castelos de areia na beira do mar ou ainda de cartas. Suas fachadas encenam que são vítimas e crianças flores para a seguir justificarem a violência que irão cometer em “nome de algo” ou em “nome de quem” para salvar ou preservarem o “gótico”- mas que no fundo nada mais é do que sua própria impotência em não poder fazer do seu objeto de afeto a sua imagem e semelhança. Como são donos da culpa tentam a colocar sempre nos outros. Qualquer evidência ou menção a algo mais artístico, criativo ou ligado a fantasia, personagens ou máscaras mexe com o brio e atiça doses maciças de recalque e negação compulsiva deles – não aguentam o tranco de reconhecerem o que também são, vestem e exercem nada mais é do que uma fractal do contexto. O que há de errado em ser parte ou fractal e do contexto não ser feito a sua imagem, semelhança e regras?Aliás ele é bem vasto desde o medieval ao “cholo gothic” e o cyber ou futurista distópico – sem regras!

Inclusive a questão do “fashionismo”, vestimentas e afins do gótico contemporâneo tem suas origens e principais influências no trabalho de Fred H.Berg da celebrada revista PROPAGANDA (leia esta outra entrevista) ainda neste contexto das 4 décadas do fashionismo gótico, sugerimos que assistam o video e o artigo com a criativa Lisa Ladouceur. Estes conteúdos a seguir lhe oferecem uma visão mais ampla e formativa deste outro lado – que aparentemente não querem que vocês conheçam.


Dr. Thomas Karlsson é PhD na Universidade de Estocolmo na Suécia, pesquisador e autor de diversos livros publicados por lá e também é letrista da banda Therion

Arquitetura Gótica é um tema interessantíssimo! Para tocar apropriadamente no assunto lhes ofereço um trecho de minha entrevista com o Doutor e PHD Thomas Karlsson, da Universidade de Estolcomo (vocês podem ler a entrevista na íntegra aqui)

Lord A:.  Thomas, como você vê o uso do termo gótico nos dias de hoje usado para designar estéticas contemporâneas desprovidas e até mesmo sustentando um tom antagônico ou ainda usada sem qualquer relação alguma com os povos Godos e Visigotos ou da distante Gottland?

Thomas Karlsson: Devemos aceitar algumas tendências e a subcultura gótica de hoje oferece muita coisa boa. Pode funcionar como uma semente para uma compreensão mais profunda dos mistérios góticos dos nórdicos. Para a maioria será apenas uma atitude subcultural, mas para alguns leva à uma compreensão verdadeira.

Os góticos nórdicos (Godos) não eram vistos em termos positivos. Na história européia, os godos foram vistos principalmente como um povo sombrio, perigoso e destrutivo. Eles eram considerados bárbaros, e “o gótico” era algo escuro e primitivo. Durante o Renascimento, os godos representaram o declínio cultural da Idade Média. O gótico é visto como o oposto direto da civilização antiga e os ideais clássicos da beleza.

O conflito entre o gótico e o clássico continua ao longo da história cultural do ocidente. Os ideais clássicos se fundamentam na clareza, razão, luz, leis e estruturas. Os ideais góticos são metafísicos e construídos de visões arcaicas, sonhos, trevas e sombras, inspiração e obsessão. Na tradição lírica, o classicismo é caracterizado por uma visão pragmática da poesia que enfatiza regras e habilidades práticas, enquanto o gótico se funde com uma visão metafísica da poesia em que o conteúdo é mais importante do que a forma. Na arquitetura, a palavra “gótico” tornou-se um termo pejorativo usado para descrever uma tradição de construção de igreja medieval. Primeiros exemplos disso são as catedrais de Colônia, Estrasburgo e Notre Dame, com seu estilo grandioso e pontiagudo.

O conflito entre o gótico e o clássico continua ao longo da história cultural do ocidente. Os ideais clássicos se fundamentam na clareza, razão, luz, leis e estruturas. Os ideais góticos são metafísicos e construídos de visões arcaicas, sonhos, trevas e sombras, inspiração e obsessão.

Embora o estilo provavelmente se originou na França do século XII, foi pejorativamente chamado de “gótico” ou “alemão”. Com seu estilo pontudo, a tradição gótica do edifício foi associada à natureza selvagem ou indomada. Edifícios góticos foram comparados a pingentes de gelo, enormes árvores antigas e cavernas com estalactites e estalagmites. De acordo com a estética clássica, o gótico representava algo insípido e invadido, ameaçador e aterrorizante. Intelectuais alemães do século XVIII, como Herder e Goethe, reavaliarão mais tarde a estética gótica e a arquitetura gótica de uma maneira muito mais positiva.

No entanto, a tradição gótica permaneceu ligada à natureza selvagem e ao terrível. Durante o século XIX, o romantismo das ruínas estava ganhando prevalência em certos círculos artísticos. As representações resultantes incluíram elementos tais como sepulturas e túmulos e igrejas góticas cobertas de plantas, fundindo com natureza indomável sob a lua cheia. Caspar David Friedrich e Arnold Böcklin foram dois dos principais representantes deste romantismo de ruínas. O gótico se relacionava com a ideia romântica do sublime. O sublime se referia a uma impressão grandiosa da mente que inspirava medo, mas também fascínio.

O sublime se referia a uma impressão grandiosa da mente que
inspirava medo, mas também fascínio

O estilo gótico também entrou na literatura. Os romances góticos ingleses fizeram referencia a um “terror entusiasmado”, e os ideais classicistas puros, estruturados e estruturados da luz foram evitados. Em vez disso, esses artistas procuraram a imagem de deuses, demônios, infernos, espíritos, almas, encantamentos, bruxaria, trovões, inundações, monstros, fogo, guerra, praga, fome e assim por diante. Acreditava-se que o temor Sublime era capaz de fornecer o homem um conhecimento sobre uma realidade maior que não poderia ser preso dentro dos limites da razão.

Edmund Burke era um filósofo principal desta corrente, e as escritas literárias importantes incluíram os poemas de Edward Young “Pensamentos da noite” (1742) e de Robert Blair “a sepultura” (1743). As ruínas tornaram-se altamente populares como um elemento no paisagismo e surgiu a necessidade de construir ruínas novas e artificiais, já que as existentes não eram suficientes. A ruína simboliza o ciclo da natureza e como as forças da natureza e do caos acabam aniquilando ideais e construções humanas. Na Qabalah podemos reconhecer os princípios da ruína sob o nome Qliphoth.

A polarização entre o classicismo e o gótico representa a polarização entre a magia negra e a magia da luz. A magia da luz baseia-se na racionalização e numa idealização da razão. Tanto a Qabalah judaica como as formas “leves” da maçonaria se esforçam para estabelecer uma geometria sagrada a partir da qual o Templo de Jerusalém será reconstruído. Desta perspectiva, as forças escuras da ruína são naturalmente vistas como ameaçadoras. Em uma cosmovisão cabalística, são os poderes escuros e Qlifóticos que estão destruindo o Templo de Jerusalém. O Templo de Jerusalém é um símbolo do poder totalitário de Deus. O lado da luz representa generalizações matemáticas e geométricas; O lado negro representa os fractais eo elemento caótico da matemática do caos.

O classicismo se esforça para imitar uma natureza simplificada e controlada, com o jardim geometricamente projetado como um padrão. Para essa concepção da realidade, os ideais irracionais do gótico parecem uma expressão de mau gosto. Quando a visão para a natureza muda, quando o homem se torna consciente dos elementos de torção do crescimento selvagem e começa a explorar as fendas desabitadas e precipícios das montanhas, um respeito pelas qualidades estéticas da tradição gótica é recuperado. Os arquitetos do castelo abandonam então as estruturas geométricas clássicas a favor da irregularidade. As árvores disciplinadas tornam-se selvagens, o gramado se torna um campo, a piscina torna-se um lago eo caminho do jardim se torna uma trilha sinuosa para o filósofo pensativo, onde ele caminha sozinho e imerso em seus pensamentos melancólicos.

Quando a visão para a natureza muda, quando o homem se torna consciente dos elementos de torção do crescimento selvagem e começa a explorar as fendas desabitadas e precipícios das montanhas, um respeito pelas qualidades estéticas da tradição gótica é recuperado.

Esta visão da natureza está ligada aos ideais da corrente draconiana. O afastamento do que é podado e estruturado é um reconhecimento de que o caos está reconquistando o Jardim do Éden e que o Dragão acorda novamente. Enquanto o classicismo e os ideais da luz são orientados para as regras, a ordem e o coletivo, a tradição gótica se preocupa com o único: gênio, desvio e originalidade. Uma vez que o lado negro enfatiza o único, seus praticantes sempre correram o risco de perseguição, como ocorreu durante as várias histerias de caça as bruxas ao longo dos séculos.

Enquanto o classicismo e os ideais da luz são orientados para as regras, a ordem e o coletivo, a tradição gótica se preocupa com o único: gênio, desvio e originalidade. Uma vez que o lado negro enfatiza o único, seus praticantes sempre correram o risco de perseguição, como ocorreu durante as várias histerias de caça as bruxas ao longo dos séculos.

(Trecho da entrevista com Dr. Thomas Karlssonvocês podem ler a entrevista na íntegra aqui)


Este trecho da entrevista motivou algumas edições do nosso programa semanal VOX VAMPYRICA que ficaram conhecidas como “ARCO GÓTICO: A história que não querem que você saiba” onde através das obras do próprio Thomas e outros ilustres autores como Edred Thorsson, Dr. Stephen Flowers, Susan Ackërman e muitos outros oferecemos outros olhares sobre este adjetivo gótico e suas influências estéticas e criativas bastante vastas e que dialogam desde com a origem da ficção científica a outros gêneros limiares do imaginário e da estética ocidental. Mais amplo, mais relevante e mais vasto e funcional do que o que fazem dele em nome de territorialidade e belicosidade no brasil. Depois deste artigo podemos até brincar: “Diga-me o que lhe é gótico, que te direi quem tu és!” 😀


 

VOX VAMPYRICA#305: O MITO POLAR E OS SÁBIOS

Vox Vampyrica #305 “O Mito Polar e outros sábios” apresentação Lord A:. & Xendra Sahjaza com DJset de Flavio Fernandes, Dj residente do extinto Armagedon só na www.antenazero.com edições inéditas toda segunda-feira a meia noite! O Mito Polar expressa e organiza lendas, mitos e ritos que se reúnem por afinidade ao longo de uma estrutura ou de uma representação geralmente vertical que abarca nossa existência. Nesta edição abordamos curiosos e singulares sábios que influenciaram o norte e o leste europeu ligados aos filósofos mais célebres do mediterrâneo.

Há mais de uma década no ar e com 300 edições já realizadas a Vox Vampyrica é o seu programa de webradio dedicado ao contexto Vamp, Darkwave, DarkElectro, PostPunk e vertentes no Brasil, América do Sul e Portugal. Iniciado como um podcast caseiro em 2006 por Lord A : . acabou se tornando um programa semanal em 2010.Desde 2014 Srta Xendra Sahjaza se tornou apresentadora do programa e em 2016 acolhemos em nossa equipe o jornalista Sérgio Pacca e nossa amiga Leylane Frauches como criadores dos textos de abertura e o DJ residente Flávio Chiclé responsável por diversos djsets desde então!

CODEX STRIGOI New series of books from Lord A:.

The CODEX STRIGOI series of 7 books is written by Lord A :. (Prince Andreas Axikerzus Sahjaza) and compiles 11 years of unpublished content developed and worked on orthopraxy and ritualistic in the discrete society known as Strigoi Circle dedicated to the development of the Vampyric Cosmovision and spirituality in Brazil.

The first book in the series offers foundations for the neophyte to understand and practice various exercises to seize his own strength, deal with the thirst nature of soul hunger and fatigue.Explore the various resorts and seasons of the “Blood” as the force of indestructible life. It addresses the context of the energy and sacredness of one’s own body, body memory and how to effectively and practically work each of its parts – offering a way of integrating and expanding one’s strength. As well as the cleansing and cleansing of old traumas and blemishes derived from self-image. It touches on the themes of body postures and regularization of breathing. It also offers a practical herbal study with smokes, herbal baths and herbal teas that can be used by each searcher to boost and broaden their attractiveness and live with greater prosperity.

In addition to basal issues the book develops the issue of the use of weapons and magickal tooling, astral journey or lucid dreaming. It presents the use of tarot as a tool of meditation and stimulus to clear vision or draconian gaze. It presents a roadmap of power dates and how to make use of their specifics in their rites. When buying your book do not forget to respond to the email we will send you requesting some information to create your breviary and know you and your interest in our Circulo Strigoi.

PLEASE CHOOSE YOU PACK

CODEX STRIGOI: BOOK1+POSTAGE USD$115 AT PAYPAL


This package includes your book CODEX STRIGOI VOL 1 + APOSTILA + BREVIÁRIO STRIGOI and the respective postage.





CODEX STRIGOI: BOOK1+ DARK MOON ANKH (SILVERBATHED) + POSTAGE USD$160 AT PAYPAL


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Much more than just a series of books

 

  • 01 Copy of the book CODEX STRIGOI (Book 1 of 7, 56 pages, special paper and hard cover, bringing unpublished and exclusive contents developed in these 11 years);
  • 01 Strigoi Breviary (PDF file that offers you personal information, mandala, galdra, stadha, secrecy and practices created exclusively for you to develop in the Vampyrica Cosmovision)
  • Access to the first 7 protocols and forms of this degree containing extra rites, exercises, and content – as well as the respective form evaluations for your advancement to further grades.
    You will also receive invitations to VIDEO CONFERECES trough skype reserved for members of Strigoi Circle that we will announce exclusively by email.

Completing the studies in this first station and its tasks you will advance to the next station and you should acquire the second content kit (be assured that the value is the same). The full day in this program includes another 6 Kits, one for each season. Each will contain one of the upcoming CODEX STRIGOI books (hardcover, special paper, 56 pages), PDF files with protocols, forms, and the possibility of attending a responsible mentor or mentor designated by the CÍRCULO STRIGOI.

The amount invested in the CÍRCULO STRIGOI ensures the preservation and development of new content (books, videos and transmissions), projects and events for members and also for the maintenance of other initiatives developed under the name of VAMP NETWORK.

It is always worth pointing out that the Strigoi Circle and the Vampyrica Cosmovision DO NOT consist of any type of religion (or anti-religion). All deities are masks of the perennial wisdom of all realms and times, those who spoil all this is the human who tries to make the sacred and nonordinary reality its extension and crutch of ego. So we welcome people of great age, good thoughts and a just heart – no matter where they come from.

If you wish you can also purchase your DarkMoon Ankh separately on your official page

 

 

#VoxVampyrica304: A Ordem do Lírio Negro


Vox Vampyrica #304 “A Ordem do Lírio Negro e o lado oculto de Drácula” apresentação Lord A:. & Xendra Sahjaza com DJset de Flavio Fernandes, Dj residente do extinto Armagedon só na www.antenazero.com edições inéditas toda segunda-feira a meia noite! A Ordem do Lírio Negro foi primeiramente citada nas páginas do livro MISTÉRIOS VAMPYRICOS A ARTE DO VAMPYRISMO CONTEMPORÂNEO e nesta edição ampliamos este conteúdo e aspectos ocultos que alegam que a obra Dracula de Bram Stoker fosse a destinatária de um misterioso roteiro iniciático desta ordem. Verdades e mentiras serão desafiadas ao longo desta edição.

Há mais de uma década no ar e com 300 edições já realizadas a Vox Vampyrica é o seu programa de webradio dedicado ao contexto Vamp, Darkwave, DarkElectro, PostPunk e vertentes no Brasil, América do Sul e Portugal. Iniciado como um podcast caseiro em 2006 por Lord A : . acabou se tornando um programa semanal em 2010.Desde 2014 Srta Xendra Sahjaza se tornou apresentadora do programa e em 2016 acolhemos em nossa equipe o jornalista Sérgio Pacca e nossa amiga Leylane Frauches como criadores dos textos de abertura e o DJ residente Flávio Chiclé responsável por diversos djsets desde então!

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EXCLUSIVO! Diamanda Galas Live in London, a diva de sombria elegância realizou uma apresentação muito especial, confira um pouco do show graças ao registro do nosso correspondente Fabio Hathock!

Diamanda Galás é cantora, compositora e instrumentista, conhecida pelo seu trabalho avant-garde e experimental. Conhecida pelo seu perito piano, assim como sua distintiva, voz de ópera, que tem uma extensão de três oitavas e meia. O critico Robert Conroy disse que ela é “sem dúvida uma das maiores cantoras da América”, e há uma certa freqüência dos críticos em compararem sua voz e a da célebre Maria Callas.

Já trabalhou com muitos compositores de vanguarda, incluindo Iannis Xenakis, Vinko Globokar e John Zorn. Ela fez seu debut no Festival d’Avignon, em França, como solista na ópera Un Jour Comme Un Autre de Globokar. O trabalho foi patrocinado pela Amnistia Internacional. Estudou jazz e música clássica desde tenra idade, formação, que se revela ao longo de todo o seu trabalho. Ela estudou uma ampla gama de formas musicais, bem como artes visuais, antes de ir para a Europa. A apresentação aconteceu no espaço Barbican, contando com a produção da Serious uma das mais importantes empresas especializada em shows da Inglaterra.

Bastante interessada no trabalho de poetas que foram exilados, aprisionados, assassinados ou viveram com medo por culpa de regimes políticos rígidos e controladores, Diamanda Galás já transformou em música o trabalho de figuras como Pier Paolo Pasolini, Konstantínos Kaváfis, César Vallejo e muitos outros. Diretores como Francis Ford Coppola, Clive Barker, Oliver Stone e Wes Craven utilizaram a voz de Diamanda Galás em suas obras

Via Londres é a coluna em video periódica de reportagens diretamente da cidade de Londres com o músico e compositor Fabio Hathock da banda Horse and Hathock – a cada novo programa, curiosidades, lugares e muita informação da clássica capital das histórias de vampiros e com uma das cenas mais estilosas do mundo! Não percam os próximos episódios e assine o Canal: www.youtube.com/user/officinav­ampyrica – para acompanhar as novidades!

JYRKY 69 (The 69 Eyes) lançando seu primeiro álbum solo!

Lembram do Jyrki 69? Sim o vocalista da banda The 69 Eyes e do seu projeto paralelo de rockabilly The 69 Cats! Ele está lançando seu primeiro álbum solo intitulado “Helsinki Vampire” pela lendária Cleopatra Records!

Muito bem não confundam o lançamento com o primeiro DVD da sua banda lançado pela Nuclear Blast na década passada. Além da sua carreira como músico ele também é Embaixador da Boa Vontade da Unicef e desde 2013 faz campanha contra o tráfico e a exploração sexual infantil no oeste da África e apoia campanhas que previnem a proliferação do vírus HIV no Kenya. Além disso é um fã inverterado de quadrinhos de terror lançou uma HQ de Zombies lá na Finlândia!

Vamos as novidades da sua carreira solo, compartilhadas do site dos parceiros do ROCKARAMA

Jyrki 69, vocalista da banda gótica finlandesa The 69 Eyes, anunciou que lançará seu primeiro álbum solo, intitulado “Helsinki Vampire”, no próximo dia 23 de junho pela Cleopatra Records. segundo descrito, o material “segue a mesma linha do The 69 Eyes e adiciona uma textura mais rica e atmosfera mais sombria”, mas o que está deixando os fãs de fato empolgados é a produção de Johnny Lee Michaels, profissional responsável pelos maiores clássicos do The 69 Eyes, como “Blessed Be” (2000), “Paris Kills” (2002), “Devils” (2004) e o mais recente “Universal Monsters” (2016). É esperado que a parceria entre Jyrki e Michaels remeta a sonoridade clássica dos primeiros álbuns que trabalhou ao lado da banda.

Os primeiros videoclipes já evidenciam uma pegada e tanto do The 69 Eyes, trazem referências e participações bastante especiais. Em Bloodlust temos o saudoso Lemmy Kilmister, do Motorhead interpretando um vampiro!

Além da qualidade da música em si, também se destaca no material a inclusão de imagens do filme “Sunset Society”, que será lançado neste segundo semestre e estrela grandes nomes como o saudoso Lemmy Kilmister (Motörhead), Dizzy Reed (Guns N’ Roses), Tracii Guns (L.A. Guns) e o ator e diretor de filmes adultos Ron Jeremy. “Sunset Society”, dirigido por Vicente e Fernando Cordero da Industralism Films, tem como enredo a lendária Sunset Strip e um grupo de vampiros, liderados pelo personagem de Kilmister.

“‘Bloodlust’ é como o filme ‘The Lost Boys’ [‘Os Garotos Perdidos’] levado para os dias de hoje na Sunset Strip. Não estamos todos felizes em ver que Lemmy está bem? Ele vive para sempre!”, comentou Jyrki 69 para a Rolling Stone.

“Motörhead é mais que uma simples inspiração musical, é todo um estilo de vida que Lemmy simboliza. A vida se tornou mais difícil sem um novo álbum ou turnê do Motörhead. O encontrei muitas vezes ao longo das décadas por todo o mundo. Nunca o incomodei no Rainbow Bar & Grill! Estou orgulhoso em ainda ter o General a bordo! Eu mostrei o vídeo para Ron Jeremy (que também está nele) no Rainbow Bar & Grill no final de semana passado, e ele adorou!”, finaliza Jyrki 69.

Last Halloween também é integrante da trilha sonora do filme “Halloween Pussytrap! Kill! Kill!”, que, inclusive, integra o videoclipe com diversas cenas. O longa no estilo horror slasher é estrelado por Richard Grieco.

O lançamento será nesta sexta feira 23 de Junho em CD e vinil e as faixas anunciadas são as seguintes:

01. “Ad Infinitum”
02. “Versailles”
03. “Spanish Steps”
04. “Bloodlust” (integrante do filme “Sunset Society”)
05. “Last Halloween” (integrante do filme “Halloween Hell House”)
06. “Happy Birthday”
07. “Call Of The Night”
08. “Perfection{
09. “Close Your Eyes”
10. “In Your Dreams”
11. “Sayonara” (exclusiva para a versão em CD

DRACULA VEM AÍ EM NOVA SÉRIE!

O grande aniversariante do mês de maio retorna para mais uma nova aventura, agora em um seriado dirigido pelos criadores do seriado britânico Sherlock! Sim, Drácula vem aí para novas aventuras. Mas antes de falarmos deste retorno vamos lembrar que o World Dracula Day 2017 celebro os 120 anos da publicação do romance de Bram Stoker. Aqui no Brasil teve até noite de gala numa parceria entre o Escape Hotel e a Rede Vamp, recordem o evento aqui!

Também preparamos uma seleção bem atual de romances brasileiros e estrangeiros que contam com a participação do Conde e imaginam possíveis sequências para o grande clássico da literatura do terror. A propósito nosso correspondente britânico, Fábio Hathok, viu um dos exemplares originais da obra, lembre este momento emocionante aqui.

Os Criadores do seriado Sherlok, preparam uma nova série sobre Dracula

Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, estão reunidos para a criação de uma nova série sobre Drácula, baseada no clássico vampiro de Bram Stoker. Sue Vertue, da Hartswood Films, ficará por conta da produção.

A coisa não é tão imediata, uma vez que Gatiss e Moffat estão atualmente focados em projetos individuais neste momento. Entretanto, segundo informação revelada pela Variety, conversas já estão em andamento com a BBC, que obteve grande sucesso com “Sherlock”, para os direitos de transmissão no Reino Unido.

A previsão é que a série sobre Drácula adote o mesmo formato que “Sherlock”, com episódios longos. Como os scripts ainda não escritos, ainda não há informações sobre cast.

“Drácula” será a primeira colaboração entre Moffat e Gatiss desde o último episódio de “Sherlock” exibido na Grã-Bretanha em janeiro. Eles disseram que não há planos atuais para uma nova temporada de “Sherlock”, mas não descartaram voltar a escrever mais episódios no futuro.

Moffat escreveu e produziu seis temporadas da série de ficção científica “Doctor Who”, da BBC, antes de se demitir. Gatiss é ator e roteirista, tendo estrelado “Game of Thrones” e várias séries britânicas, incluindo a própria “Sherlock”, na qual ele interpretou Mycroft, o irmão de Holmes. No passado ele falou sobre o seu amor pelos clássicos filmes de terror, em particular a versão de 1958 para ”Drácula”, estrelada por Christopher Lee e Peter Cushing.

Ainda não está claro se, como “Sherlock”, “Dracula” terá o cenário britânico moderno como palco. No enredo de Stoker, de 1897, o Conde se muda da Transilvânia para a Inglaterra em busca de sangue novo.

Este novo “Dracula” não será a primeira tentativa nos últimos anos de adaptar a história gótica de terror para TV. Em 2013 os produtores de “Downton Abbey” fizeram “Drácula” para a NBC, durando apenas uma temporada.

Fonte ROCKARAMA

Vale pontuar que a nova série infelizmente não é uma sequência do vanguardista Drácula da NBC que comentamos os episódios e a narrativa aqui e recordem quando a série foi anunciada, aqui.